Campus Universitário de Alto Araguaia

Universidade do Estado de Mato Grosso

Jun
25

Pesquisadores e Acadêmicos

Postado por Miguel Rodrigues

Unemat está com editais abertos para oferta de 98 bolsas de iniciação científica

 

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), divulgou três editais para o preenchimento de 98 bolsas de iniciação científica (IC) para estudantes da Instituição. O período para que os professores orientadores realizem as inscrições vai de 23 de junho a 15 de julho.

 

As bolsas estão divididas em três editais: o Edital Pibic/CNPq-AF Nº 002/2015 oferece 10 bolsas destinadas a alunos integrantes de ações afirmativas; o Edital Pibic/CNPq Nº 003/2015 oferece 38 bolsas de ampla concorrência; e o Edital Probic/Unemat Nº 004/2015 oferece 50 bolsas, também de ampla concorrência, e mais cadastro de reserva.

 

O processo de inscrição para a seleção e avaliação das propostas será totalmente automatizado, e deverá ser efetuado pelos professores orientadores através do link http://gb.unemat.br/edital/ic2015/.

 

Os professores interessados em ter bolsas de iniciação científica devem ter titulação mínima de mestre ou doutor, conforme exigência dos editais, estar cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pertencer ao quadro de pesquisadores docentes com projetos de pesquisa devidamente institucionalizados junto à Supervisão de Acompanhamento de Projetos de Pesquisa, além de outros quesitos exigidos no edital.

 

Mais informações podem ser obtidas na Diretoria de Gestão de Iniciação Científica da PRPPG na Sede Administrativa da Unemat, em Cáceres, através do e-mail probic@unemat.br ou pelos telefones (65) 3221-0044 e (65) 3221-0040.

 

Os programas de iniciação científica são voltados para os alunos da graduação e configura-se em ações de incentivo a formação de novos pesquisadores. Para conhecer os editais acesse a página da PRPGG. O período de vigência das bolsas será de um ano, com uma carga horária de 20 horas semanais e duração de um ano. O resultado da seleção deve ser divulgado a partir do dia 18 de julho de 2015.

 

Miguel Rodrigues Netto – Assicom/AIA (com informações de Nataniel Zanferrari Assecom/Cáceres)

Jun
24

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Postado por Miguel Rodrigues

 

Diretrizes Curriculares do Curso de Jornalismo é tema de mesa redonda na abertura do Colóquio

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O auditório do Centro de Pesquisas de Alto Araguaia – CEPAIA teve a presença de um grande publico na noite desta terça-feira (23), para a abertura oficial do IX Colóquio de Jornalismo. A noite contou com apresentação cultural, feita pela acadêmica de Comunicação Social/Jornalismo Aline Terres, mesa titulada “Novas diretrizes curriculares para o curso de jornalismo: perspectivas para o ensino e a pesquisa”, apresentada pelo professor Dr. Edson Luiz Spenthof (UFMT); professor Me. Ailton Segura (UFMT) e Me. Danielle Teixeira Tavares (Assecom Unemat/Cáceres).                                                                                           

A mesa de solene foi composta pela Diretora Político-Pedagógica e Financeira do campus professora Gislaine Aparecida de Carvalho, pela Diretora da Faculdade de Letras, Ciências Sociais e Tecnológicas professora Marilena Inácio de Souza, a Coordenadora do Curso de Comunicação Social/Jornalismo professora Antonia Alves Pereira, a Coordenadora do IX de Jornalismo professora Rosana Alves e a Secretaria de Educação Municipal Abilene Queiroz. Todos saudaram os participantes e ressaltaram a importância destes eventos na socialização acadêmica.

A mesa de debates trouxe reflexões a cerca das diretrizes curriculares do curso de jornalismo, em primeira instância a palavra foi dada a Me. Danielle Teixeira que fez um breve histórico sobre de como era as antigas diretrizes, currículo mínimo e Maximo, fala sobre as novas diretrizes, e ressalta que a comissão que vou feita não foi imposta mais convidada, o que muda um pouco o cenário, além de que esse grupo fez diversas reuniões para socializar os pensamentos de profissionais e estudantes da área para depois chegar a um consenso sobre as novas diretrizes, que nasce para participar e cooperar com o novo jornalismo.

O professor Dr. Edson Luiz Spenthof, pontuou que as novas diretrizes não atende o curso de jornalismo, há um exemplo são as disciplinas de estágio e TCC. Falou também sobre um histórico anterior ao da Danielle, dando ênfase ao currículo mínimo e levantou questões políticas, e fala sobre o desafio em trabalhar e superar teoria versus prática. Coloca que é importante a alta avaliação as novas diretrizes e busca discutir e pensar valorização da pesquisa no âmbito acadêmico. “Não apenas pensar o ensino, mais que ele se alimente de pesquisa, das práticas de mercado e cotidiano”, ressalta. 

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Por fim o professor Me. Ailton Segura ressaltou a importância da inter-relação de professor e aluno e de como vamos estruturar o curso, fazendo pensar que tipo de formação alguns cursos estão promovendo hoje. Ele salientou que não estamos preparados para o fluxo de informações que encontramos na internet, não acompanhamos o imediatismo, principalmente com as novas tecnologias (redes sociais). O professor abordou que o jornalista deve ter o papel de vigilante social. Ele concretiza retomando o assunto sobre interação de pessoas. “Não fazemos sozinhos, temos que discutir não apenas na nossa unidade de ensino, mais mostrar a outros como construir o caminho”, fala o professor. Ele finaliza dizendo que devemos fortalecer e estruturar o papel do jornalista e formar jornalistas participativos.

Christiely Ive – Estagiária Assicom/AIA

Jun
24

NOVAS OFICINAS

Postado por Miguel Rodrigues

 

Oficinas sobre Assessoria de Imprensa, Jornalismo na Rua e Animais e Mídia movimentam o 2º dia do Colóquio de Jornalismo

 

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Nesta terça-feira (23) pela manhã ocorreu no IX Colóquio de Jornalismo a oficina de Assessoria de Imprensa em Instituição Públicas, ministrada pela Me. Danielle Teixeira Tavares e Esp. Lygia Cristina Menezes de Lima assessoras de comunicação da Unemat (Cáceres). Em primeiro momento foi pedido aos alunos que se apresentassem, para assim realizar discussões a cerca do assunto.

A oficina abordou um breve histórico sobre assessoria de imprensa e comunicação, explanando assim temas específicos da área. A assessora abordou que hoje com as redes sócias é difícil controlar as informações que saem de determinada empresas, por isso é importante que o assessor de imprensa esteja sempre à posta para atender as necessidades do cliente, e responder os veículos de comunicação com a mesma agilidade em que saem noticias sobre ela.

O processo de assessoria pretende fortalecer a imagem institucional, processo esse que envolve o gerenciamento que integra todas as atividades de uma organização e seu relacionamento interno ou externo. “O assessor busca fortalecer o relacionamento do assessorado com os veículos de comunicação”, disse a Me. Danielle.

Outro ponto bastante elencado foi a cerca dos serviços que um assessor presta, e os produtos que eles podem fornecer. “O assessor deve ter em mente quem é seu público alvo, e entender que não é mais o público, mais sim os públicos”, enfatiza a jornalista. Ela diz que ao conhecer o público sabemos então que tipo de estratégias utilizarem para cada um. “Cada público tem necessidades diferentes de comunicação”, relata à assessora.

A oficina contou com a presença de mais de 50% dos ouvintes, composta por alunos do primeiro semestre, que foi o primeiro acesso deles com assessoria, eles mostraram muito empolgados com esse campo jornalístico, seja pela abertura na área como também pelo reconhecimento salarial.

Jornalismo de Rua e Animais e Mídia

 

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No período da tarde foram realizadas sendo uma voltada ao jornalismo de rua, ministrada pelo professor Me. Gibran Lachowski e a segunda abordava o estudos de animais e mídia, ofertada pela professora Esp. Eveline Baptistella. Nas oficinas os alunos puderam exercer suas aptidões e conhecimento nas áreas. A professora Esp. Eveline relata em sua oficina que desde a antiguidade a humanidade se interessa por animais.

Na oficina relatou que a extinção dos animais é hoje provocada por “nos”, seja em poluição, queimadas, caça ou desmatamento, e ai que entra o jornalista, que deve combater essas práticas. Nesse contexto o jornalista tem também a função pedagógica de educar os leitores. “Temos que dialogar com o público”, relata a jornalista. Pois ao retratar esse assunto temos que enfatizar de algum modo a consciência para gerar emoção e comoção das pessoas diante o fato, para as mesmas sentirem empatia com o animal em questão, para que elas possam se por no lugar deles.

Ela relata que há exemplos de espécie em todo o mundo que são praticamente mortos-vivos, isso porque a extinção em massa de alguns animais é muito decorrente. Quando falamos de animais e mídia vemos muitas perguntas sem respostas em veículos de comunicação, já que eles não vêem todos os lados da situação, ou seja, o lado animal. “Será que é so isso?” indaga.

Durante a oficina foi dada aos alunos a oportunidade de pensarem pautas que tratasse esse tema, dentro de diversos cadernos, após isto as considerações foram compartilhadas com o grupo, percebemos então uma distinta opinião entre os acadêmicos. Porém muito mais do que a abordagem do animal na mídia, foi trabalhando o jornalismo ambiental e o jornalismo científico. “Hoje as pessoas não se interessam por notícias ambientais”, afirma.

O jornalismo científico traz considerações e explicações a cerca desse assunto, o em relação aos animais pode distorcer situações expostas pela mídia que são mal colocadas, por exemplo, o caso da doença do gato ou gripe suíno, que depende do jornalismo científico para dar novas nomenclaturas que tirassem o animal como vilão. 

Christiely Ive – Estagiária Assicom/AIA 

Jun
23

COMEÇOU

Postado por Miguel Rodrigues

 

Acadêmicos participam de oficina sobre Educomunicação e Jornalismo

 

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O IX Colóquio de Jornalismo teve inicio na noite desta segunda feira (22), com a oficina de Diálogo entre Educomunicação e Jornalismo, ministrada pela professora Me. Antonia Alves. A oficina abordou um tema que despertou o interesse pelos acadêmicos. Já que a proposta da oficina é mostrar a horizontalidade do jornalismo. Ela aborda o conceito de educomunicação, que se consiste em deixar o outro falar, disposição a tornar pessoas produtoras de cultura e formar cidadãos mais críticos.

Durante a oficina os alunos puderam participar, elencando opiniões sobre diversas questões e posteriormente expondo a todo o grupo em um cartaz, mostrando vários pontos de vista compartilhados. Logo após a professora ressaltou questões referentes à educomunicação, como a produção de notícia, feitas por alunos de ensino fundamental ou médio, sendo eles “assessorados” por jornalistas formados. Todo esse trabalho em prol de subsidiar os cidadãos a levantarem questões de concepção social e educativa.

Identificar práticas jornalísticas a presença de paradigmas da educomunicação em sua concepção de gerar mobilização social. “As pessoas se aprimorarem da técnica para que elas comecem a produzir algo midiático, de como a responsabilidade dele pode transformar sua realidade”, diz a professora. Ela ressalta que quando uma cobertura de evento é feita por esses alunos, sempre é especificado que não é uma cobertura jornalística e sim uma cobertura educomunicativa.

Os alunos que participaram da oficina levantaram diversas questões a cerca do assunto, como por exemplo, a não obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão, e a dúvida que eles tiveram é de que a sociedade por muitas vezes acaba confundindo a educomunicação e acaba de algum modo reforçando a idéia da não obrigatoriedade.

Christiely Ive – Estagiária Assicom

Jun
22

VAI COMEÇAR

Postado por Miguel Rodrigues

Unemat promove IX Colóquio de Jornalismo em Alto Araguaia

 

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A Universidade do Estado de Mato Grosso promove a partir desta terça (23/06) no Campus Universitário de Alto Araguaia o IX Colóquio de Jornalismo. A edição deste ano traz como tema “ A produção científica na academia: pesquisa e experimentação” e terá uma variada programação composta por oficinas, mesas redondas e mostra cinematográfica tendo seu encerramento na sexta-feira (26/06).

Na terça-feira, a mesa redonda “Novas diretrizes curriculares para o curso de Jornalismo: perspectivas para o ensino e a pesquisa” terá a participação do prof. Dr. Edson Luiz Spenthof, prof. Me. Ailton Segura, ambos da UFMT e da jornalista mestre Danielle Teixeira Tavares, da Assessoria de Comunicação da Unemat/Cáceres. A mesa será mediada pela profa. Me. Marli Barboza.

Na quarta-feira ocorre a mesa redonda “A produção científica na universidade: como nasce uma pesquisa” com a participação da jornalista mestre Tais Marie Ueta da Secretaria de Comunicação e Multimeios/UFMT, a profa. Dra. Rosely Romanelli e o prof. Me. Lawrenberg Advíncula, ambos da Unemat/Alto Araguaia. A mesa será mediada pelo prof. Réulliner Rodrigues.

Na quinta-feira o destaque fica por conta da mesa “Histórias em quadrinhos na contemporaneidade” com a participação de Tais Marie Ueta – UFMT e prof. Me. Max Robert Marinho – Unemat, com mediação do prof. Me. Iuri Barbosa Gomes.

O evento se encerra em grande estilo na sexta-feira com a Mostra Cinematográfica do Projeto Artset, sob a organização dos professores mestres Ulisflávio Evangelista, Lawrenberg Advíncula e Roscéli Kochhann.

Oficinas

O evento contará ao todo com nove oficinas sobre as seguintes temáticas:

Diálogo entre Educomunicação e Jornalismo – Profa. Me. Antonia Alves (Unemat) CH: 4h

Assessoria de Imprensa em instituições públicas – Me. Danielle Teixeira Tavares e Esp. Lygia Cristina Menezes de Lima (Assecom Unemat Cáceres) – CH: 4h

Estudos Animais e Mídia – Prof. Esp. Eveline Baptistella (Unemat) CH: 4h

Jornalismo na rua: a sensibilidade da observação como ferramenta – Prof. Me.  Gibran Lachowski (Unemat) - CH 4h

Produção de Jornal – Prof. Me. Ailton Segura (UFMT) - CH: 12h

Práticas de reportagem radiofônica – Profa. Me. Roscéli Kochhann (Unemat) - CH: 8h

Jogos noticiosos: o newsgame na teoria e na prática – Prof. Me. Eduardo Uliana (Unemat) CH: 4h

Dicção e oratória: técnicas para comunicação pessoal e profissional – Prof. Réulliner Rodrigues (Unemat) CH: 4h

Imprensa sindical: breve histórico e desafios contemporâneos – Prof. Me. Miguel Rodrigues Netto (Unemat) CH: 4h

 

Miguel Rodrigues Netto – Assicom/AIA

Jun
22

GRANDE FINAL

Postado por Miguel Rodrigues

Apresentações musicais, palestras e concurso de Dubsmash marcam o encerramento da XVI Semana de Letras e I Encontro de Espanhol – Língua e Cultura

 

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A noite de encerramento da XVI Semana de Letras e I Encontro de Espanhol, Língua e Cultura contou com apresentação de palestras, apresentações musicais, e um concurso de Dubsmash. Ao final da noite, os alunos foram convidados a fazer uma refeição comunitária, onde os participantes tiveram oportunidade de confraternizar entre si.

De acordo com o organizador do concurso de Dubsmash, o professor Me. Gilmar Martins, o intuito de promover este tipo de concurso na noite de encerramento do evento foi o de explorar a capacidade de dublagem nas línguas inglesa e espanhola dos acadêmicos do curso de Letras, agregando diversão e criatividade ao evento. O primeiro lugar foi premiado com a quantia de R$ 100,00, o segundo lugar com R$ 60,00 e o terceiro lugar com R$ 40,00.

Após a premiação do concurso de Dubsmash, um grupo de acadêmicos do curso de Letras realizou a apresentação de uma canção no idioma inglês. A plateia participou empolgada da apresentação, batendo palmas e cantando junto com o grupo.

Ao final, foi servido caldo de feijão com torradas aos participantes do evento. A noite foi encerrada por volta das 21:40h em clima de comemoração.

Sucesso absoluto

Durante uma semana professores, servidores, acadêmicos e comunidade em geral puderam apreciar um evento que mostrou a multiplicidade do curso de Letras tanto nas suas habilitações estrangeiras, inglês e espanhol, quanto em língua materna. A variedade de oficinas, conferências e mesas de debates abrilhantou o evento.

O campus ficou movimentado e o clima de saudade já toma conta dos participantes. Com certeza fica a expectativa de que a próxima edição do evento possa aliar qualidade e variedade de opções, marca registrada da edição deste semestre.

Miguel Rodrigues Netto e Daliana Martins Oliveira – Assicom/AIA

Jun
21

PESQUISA ACADÊMICA

Postado por Miguel Rodrigues

 

Acadêmicos apresentam pesquisas na Semana de Letras

 

Os acadêmicos apresentaram projetos de pesquisa, pesquisas em andamento e pesquisas concluídas em uma das programações da Semana de Letras. Professora falou sobre a relevância deste tipo de atividade na academia

 

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Acadêmicos da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) apresentaram projetos de pesquisas, pesquisas em andamento e pesquisas concluídas na tarde desta sexta-feira (19-06). A programação fez parte da 16ª edição da Semana de Letras e a 1ª edição do Encontro de Espanhol, Língua e Cultura.

De acordo com a professora Me. Shirlene Rhor de Souza, ao todo foram cerca de 10 apresentações. Para Souza, a apresentação dos trabalhos acadêmicos neste tipo de programação é muito interessante dentro da academia.

“É um momento onde o acadêmico pode expor e levar ao conhecimento da academia o que foi produzido em termos de pesquisa. Além disso, ele poderá trocar conhecimentos com outros acadêmicos e submeter sua pesquisa às observações docentes”, ressaltou Souza.

Para a professora, este tipo de troca de informações se faz muito positivo, uma vez que o objetivo não é criticar ou colocar a prova o que está sendo produzido. O grande sentido é disseminar informações e agregar conhecimentos.

Na ocasião, os acadêmicos fizeram a exposição dos trabalhos. Posteriormente a banca de professores fez observações sobre as apresentações. O clima seguiu de forma amigável durante as apresentações.

Vale ressaltar que a professora Shirlene Rhor de Souza também é uma das coordenadoras do Programa de Iniciação à Docência – PIBID no campus de Alto Araguaia. O projeto PIBID que proporciona aos futuros professores das escolas de educação básica uma oportunidade de convívio com um ambiente de pesquisa também teve destaque na Semana de Letras.

Na quinta-feira (18/06) foram realizadas a conferência “Desafios na formação docente” e a mesa de debates “Ações e inovações do PIBID e a formação dos professores de Letras”. Os eventos apresentaram os avanços obtidos na Unemat e no campus de Alto Araguaia a partir da implantação do PIBID.

Daliana Martins Oliveira – Estagiária Assicom/AIA

Jun
21

MAIS OFICINAS

Postado por Miguel Rodrigues

Oficinas temáticas mobilizam acadêmicos na quinta-feira

 

Uma das oficinas ministradas foi sobre produção de sentidos de pequenas frases, pela professora Dra. Marilena Inácio de Souza. Alunos participaram empolgados

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A tarde de quinta-feira (18-06) foi agitada pela programação da 16ª edição da Semana de Letras e a 1ª edição do Encontro de Espanhol, Língua e Cultura, na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), campus de Alto Araguaia – MT.

A programação da tarde de quinta-feira foi composta por três oficinas temáticas:

“Cristãos não precisam procriar como coelhos”: produção e circulação de sentidos de “pequenas frases”, ministrada pela professora Dra. Marilena Inácio de Souza; “Usar ou não usar o Google Tradutor? Discutindo sobre tradução a partir de um tradutor online”, apresentada pelo professor Me. Gilmar Martins de Freitas Fernandes e Deuzimar Maria de Freitas; “Oficina de leitura e produção de textos em língua portuguesa”, com a professora Géssica Cristina Carvalho Corrêa.

Os alunos que assistiram a oficina ministrada pela professora Dra. Marilena Inácio de Souza participaram durante todo o tempo de forma empolgada, fazendo comentários e interagindo com o conteúdo apresentado.

“A oficina foi ótima, acredito que vou utilizar estes conhecimentos em meu cotidiano”, ressaltou a acadêmica do 7º período do curso de Letras, Clarinda Rodrigues.

Durante a oficina, a professora Souza falou sobre a produção de sentidos pelas pequenas frases circuladas na mídia, e abordou sobre a complexidade da utilização de discursos no meio social.

Uma das frases que foi discutida na oficina, despertando interesse e polêmica entre os espectadores, foi uma das frases produzida durante a campanha política do PT “A esperança venceu o medo”.

“Eu busco analisar e mostrar pros meus alunos que estas pequenas frases uma vez que são retiradas de seus contextos de origem ganham novos sentidos. Ao retirar um enunciado de um contexto maior e trazer este enunciado como destaque anunciativo, seja de manchete, de título de artigo ou de reportagem ele direciona o sentido de quem vai ler e o que eu busco mostrar é que os sentidos vão muito além da materialização linguística destas frases que por detrás desta materialização linguística há sentidos outros e esses sentidos eles são importantes pra formação e disseminação de novos discursos”, explica a professora.

Daliana Martins Oliveira – Estagiária Assicom/AIA

Jun
18

MÚLTIPLAS ATIVIDADES

Postado por Miguel Rodrigues

 

Apresentações culturais e mesas de debates movimentam a 3ª noite da Semana de Letras

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 A terceira noite da XVI Semana de Letras e o I Encontro de Espanhol (Língua e Cultura) foi bem animada. A programação começou com a “Fantastic Four”, vídeo feito pelos acadêmicos de licenciatura, que se divertiram ao interpretar a canção. Logo após os convidados puderam apreciar uma coreografia do “Araguaia’s country”, mostrando um pouco sobre a cultura do ritmo, e suas origens, em seguida as apresentações foram encerradas com a participação do “Dance little cat, dance”, uma exposição bem animada feita pelos acadêmicos. Logo em seguida foi iniciada a mesa de debates intitulado por “A sua, a minha, a nossa história de ensino – aprendizagem de línguas estrangeiras na era digital”, apresentada pelo professor Me. Gilmar Martins de F. Fernandes.

A mesa debateu tema de suma importância, se baseava na falta de confiança de pessoas ao iniciar a aprendizagem em língua estrangeira. O professor Me. Gilmar começou apresentando histórias de pessoas que aprenderam a língua inglesa, para tal exposição foi usado o recurso das mídias digitais, como vídeos e áudios. Dentre as histórias apresentadas, vários pontos foram elencados ao se falar sobre as dificuldades de se aprender uma língua estrangeira. A primeira a contar sua história relatou que uma dificuldade é o sotaque, que por mais que tentamos não deixamos de perder.

O professor fala que o preconceito de falar uma língua estrangeira e não adequar sua linguagem enquanto sotaque é vergonhoso para os outros, porém quando o estudante tem a confiança na língua, e principalmente entende que não pode tomar como sua uma língua que de fato não é sua, acaba que se sente a vontade a aprender uma nova língua. Ele enfatiza que o que por muitas vezes queremos saber, nem sempre é o que precisamos saber, enquanto linguagem do outro.

Uma das histórias apresentadas apresentou algumas dicas de como se adequar melhor a língua do outro, como ler livros na língua em que se deseja aprender, ver filmes legendados, e quando possível ter um contado com países da língua desejada. Porém ao mesmo tempo em que isso é discutido, o professor apresenta soluções para aprender, sendo ela os meios digitais. “Agora com esses aplicativos e ate mesmo o google tradutor, tudo ficou mais fácil, porém a era digital não pode aprender por nos, ela nos ajuda, porém temos que nos preparar, para eventuais problemas com a tecnologia”, afirma.

Por fim ele conta sua própria história e diferente das outras ele não precisou sair de seu país para aprender uma nova língua, o desejo de aprender e o esforço falaram mais ato, diferentemente do que ele mesmo pensava. “a gente pode mudar nossa história, a vontade de aprender não vem do outro”, conclui. O professor encerra dizendo que aprendizagem de uma língua estrangeira na era digital depende da gente, ela encurta as distâncias, mais não pode tomar nosso lugar. “Receber uma língua estrangeira ainda está nas nossas mãos”, conclui.

Christiely Ive – Estagiária Assicom/AIA 

Jun
18

LITERATURA INFANTIL

Postado por Miguel Rodrigues

Leitura de Poesias para crianças têm destaque na terceira tarde de oficinas

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O 3º dia da Semana de Letras e I Encontro de Espanhol (Língua e cultura) iniciou-se a partir das 13 horas com as oficinas de Aprender alemão? Para quê?, com o professor Dr. Danilo Persch, As categorias sociológicas no romance “O cabeleira”, com o docente Adevaldo Rosa de Lima, Criatividade e escrita ministrada pela professora Eveline dos Santos, e Leitura de Poesias e atividades com poesias no Ensino Fundamental, com a professora Ma. Shirlene Rohr de Souza.

A ministrante da oficina professora Shirlene Rohr inicia mostrando a diferença entre inteligência abstrata e inteligência concreta, evidenciando que a criança não tem a mesma percepção de mundo como os adultos, e por isso durante muito tempo não se sabia trabalhar a poesia para crianças na sala de aula. Ela ainda cita o poeta Olavo Bilac, que por muito tempo fez poemas para crianças, mas que, porém não se aproximava com a linguagem delas.

Ela relata que a inteligência das crianças não é abstrata como as do adulto, já que ela não abstrai, assim como os animais, a inteligência das crianças é concreta, e por isso a poesia, deve ter características que prendam a atenção das crianças. Para a acadêmica do primeiro semestre, Jaqueline da Silva Oliveira, a oficina dá dicas e técnicas de como trabalhar poemas com crianças, além de mostrar um leque de opções de como trabalhar com a mesma. “Eu nunca vi poemas quando crianças, e apreender que tem formas que deixa a poesia atraente para esse público, aumentam as possibilidades”, disse.

A docente diz que a linguagem das crianças deve interferir na hora do professor escolher que poema trabalhar com seus alunos. “A poesia se torna atraente para as crianças, quando você brinca com o imaginário dela, trabalha a sonoridade, brinca com o poema”, afirma a docente. Ela ressalta que os poemas serão compreendidos pelas crianças se construímos um sentimento de sedução. “Elas devem saber e apreender que poesia é legal, gostosa”, comenta.

Ela finaliza enfatizando que ao se trabalhar poemas com crianças, temos que pensar também em como ela está apresentável visualmente. “Sempre indico que coloquem figuras ao dar o poema para crianças, pois talvez o seu desenho seja o primeiro contato com aquele objeto, ou animal, e isso aumenta a criatividade e as possibilidades na hora de ensinar e aprender”, afirma a professora.

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 Christiely Ive – Estagiária Assicom/AIA

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